Nuss… E Agora?!?

22dez/091

Padrão de Projetos Observer: Implementando mísseis teleguiados – parte 3

Segue abaixo a 3a parte do artigo sobre o padrão de projetos Observer.

29nov/090

Padrão de Projetos Observer: Implementando mísseis teleguiados – parte 2

Como prometido na 1ª parte do artigo sobre o padrão de projetos Observer, hoje vamos implementá-lo. O nosso escopo é bem simples: temos um jato que foge de mísseis teleguiados. Durante a perseguição, o jato deve poder mudar de direção e os mísseis devem responder a essa mudança adequadamente para não perderem seu alvo.

15nov/091

Padrão de Projetos Observer: Implementando mísseis teleguiados – parte 1

Imagine a cena: Você resolve passear com seu filho, prometendo a ele mostrar uma surpresa no final do trajeto. Como qualquer menino inquieto que se preze, ele passa os primeiros 15 minutos do passeio perguntando “Já chegou? Já chegou? Já chegou? Já chegou? Já chegou?”. Esperto como só você seria, resolve cortar as perguntas do garoto com uma única resposta: “Quando chegar, eu te aviso”.

Apesar de simples, isso é tudo que você precisa saber antes de ler sobre o padrão Observer (Observador).

12set/091

O que raios é a UML – Parte 3

Como pedido pelo Alexandre Ceni na 2a parte da micro-série sobre a UML, a 3a parte consiste em exemplos gráficos dos diagramas previamente citados.  Os diagramas que não fazem parte do Nuss... E agora?!? são da wikipedia. Essa página vai estar em constante modificação, pois vou substituindo os diagramas da wikipedia por aqueles que forem pintando nos artigos aqui. Não é foco do artigo  ensinar como desenvolver tais diagramas, até porque isso  é assunto para futuros artigos. Portanto, vamos a eles?

23ago/094

O que raios é a UML – Parte 2

Continuando a micro-série sobre a UML, é hora de falarmos sobre como utilizá-la. A UML nos disponibiliza diversas ferramentas ou artefatos para que possamos modelar as diversas partes do nosso projeto. Tais ferramentas são chamadas de “diagramas” e não passam de uma forma padronizada de desenhar determinado tipo de problema de forma a simplificar a forma de ver o que eles querem mostrar.

“Mas e a flexibilidade que você mencionou no artigo anterior?” Então... ela tem a ver com a possibilidade de não utilizarmos todos os diagramas e sim aqueles que são relevantes ao nosso problema. Isso diminui muito a quantidade de trabalho e permite que nos foquemos somente no que nos é importante (lembram-se do princípio de pareto, né?).

12ago/096

O que raios é a UML – Parte 1

“Tiago, você fala tanto sobre a UML, já falou de Casos de Uso, já mostrou diagramas e mais diagramas, mas até agora não disse: o que raios é a UML?”