Nuss… E Agora?!?

14mar/100

iPhone OS se consolida como nova plataforma móvel para jogos?

Saiu no FórumPCS uma matéria interessantíssima do Matheus Gibiluka sobre a evolução do iPhone OS como plataforma móvel de jogos, mostrando detalhes importantes dos problemas iniciais encontrados na plataforma, como a ausência de teclado e port de jogos já conhecidos, além de como as desenvolvedoras solucionaram isso.

É incrível ver que a massa de títulos é heterogênea ao ponto de termos jogos de iniciantes lado a lado com jogos já conceituados como Resident Evil 4, fato que raramente acontece em um console da última geração.

7mar/100

Jogos que joguei

Já faz um tempo que eu criei o O Gamer, blog onde eu pudesse escrever despretensiosamente sobre videogames. Nada das necessidades de foco de desenvolvimento, padrões de projeto ou coisas do gênero. E foi no O Gamer que eu passei a escrever algumas análises de jogos que não caberiam aqui no Nuss... E agora?!?, sob a categoria Jogos que joguei. Como acho que alguns leitores daqui se interessariam em ver algo mais leve, resolvi deixar o link das análises já postadas lá.

Resident Evil 5 não é Mais do Mesmo

Já conhece Super Metroid Redesign?

Nanovor - Um jogo para o futuro

Muramasa: The Demon Blade

Espero que gostem.

12set/091

O que raios é a UML – Parte 3

Como pedido pelo Alexandre Ceni na 2a parte da micro-série sobre a UML, a 3a parte consiste em exemplos gráficos dos diagramas previamente citados.  Os diagramas que não fazem parte do Nuss... E agora?!? são da wikipedia. Essa página vai estar em constante modificação, pois vou substituindo os diagramas da wikipedia por aqueles que forem pintando nos artigos aqui. Não é foco do artigo  ensinar como desenvolver tais diagramas, até porque isso  é assunto para futuros artigos. Portanto, vamos a eles?

23ago/094

O que raios é a UML – Parte 2

Continuando a micro-série sobre a UML, é hora de falarmos sobre como utilizá-la. A UML nos disponibiliza diversas ferramentas ou artefatos para que possamos modelar as diversas partes do nosso projeto. Tais ferramentas são chamadas de “diagramas” e não passam de uma forma padronizada de desenhar determinado tipo de problema de forma a simplificar a forma de ver o que eles querem mostrar.

“Mas e a flexibilidade que você mencionou no artigo anterior?” Então... ela tem a ver com a possibilidade de não utilizarmos todos os diagramas e sim aqueles que são relevantes ao nosso problema. Isso diminui muito a quantidade de trabalho e permite que nos foquemos somente no que nos é importante (lembram-se do princípio de pareto, né?).

12ago/096

O que raios é a UML – Parte 1

“Tiago, você fala tanto sobre a UML, já falou de Casos de Uso, já mostrou diagramas e mais diagramas, mas até agora não disse: o que raios é a UML?”